27 de abril de 2017

Como retirar "Assinar: Postagens (atom)"



Quando eu estava fazendo essa nova versão para o blog, eu me deparei com uma coisa pequena, mas que estava me incomodando. Sabe aquele "Assinar: Postagens (atom)" que fica bem no final da página? Então, ele estava bem feinho e queria tirá-lo, mas eu não sabia como fazê-lo.

Eu procurei tutoriais no google e encontrei alguns que não funcionaram. Até que entrei no Follow your dreams e resolvi o problema. É tão fácil que até ri um pouco. Procure o código abaixo e apague-o:
<b:include name=’feedLinks’/>
Não se esqueça de visualizar antes e ver se ficou tudo certinho com o seu theme ;)




20 de abril de 2017

Livro: Cidades de papel


Cidades de papel de John Green

Editora Intrínseca

No livro “Cidades de Papel” conhecemos Quentin Jacobsen, apelidado de Q, um garoto normal, sem muitas aventuras no seu dia-a-dia. Prestes a se formar na escola em algumas semanas, Q se envolve em um plano de vingança com sua vizinha Margo Roth Spiegelman (Quentin gosta de dizer este nome por inteiro) contra algumas pessoas que a magoaram. 

Margo é a menina mais popular do colégio e Quentin mantém uma paixão platônica por ela desde seus dois anos. Após viverem uma noite intensa de aventura e vinganças, Margo some. Sempre que a menina desaparece, ela deixa pistas sobre o seu paradeiro. Então, Quentin começa a investigar e juntar o quebra-cabeça com seus amigos, Ben e Radar e juntos embarcam em uma viagem para encontrar Margo.

É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.

Por ter lido algumas resenhas positivas sobre este livo, Cidades de Papel entrou na minha meta de leitura de 2015. Para dizer a verdade... A ideia de lê-lo foi melhor que a leitura. Eu achei a narrativa um tanto cansativa e alguns pontos tive que me esforçar para ler, porque tudo aquilo estava me deixando muito ansiosa. Quentin passa páginas e páginas e mais páginas tentando entender as pistas que Margo o deixou. Chegou um ponto que eu não aguentei mais continuar, mas como já tinha passado da metade do livro, eu precisava terminá-lo.

Um ponto positivo, sem dúvidas, é a amizade de Q, Ben e Radar. Eles são amigos incríveis e -quase- sempre estão prontos para qualquer coisa que um deles precisar. Encontrar amigos verdadeiros e que estão dispostos a qualquer coisa com você, principalmente ficar horas e horas dentro de uma minivan, são itens raros no mercado. Os três tiveram bons momentos e diálogos que me tiraram algumas risadas. Isso foi bom para aliviar a ansiedade que estava sentindo pela exausta investigação.

Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.guarda roupa planejado.

Quentin é um menino sem muitas emoções no seu cotidiano e a viagem com os amigos foi uma aventura. Porém aquilo tudo foi uma loucura. Viajar até Nova York atrás de pistas que ele nem sabia se estavam certas, se de fato daria certo. Já li algumas resenhas dizendo “você não entendeu o que Margo queria passar”, acho que entendi, porém achei aquilo tudo muito doido e cruel.

O livro não foi de todo o mal. Ele nos traz algumas reflexões, metáforas interessantes. Talvez a minha leitura tivesse sido melhor se eu a tivesse feito duranta o dia e não de madrugada, o que poderia ter melhorado minha compreensão de algumas partes. Eu realmente gosto do jeito que John Green escreve, apesar deste ser o segundo livro que leio dele. Mas este está longe de ser o melhor do autor. Espero me surpreender com seus outros livros.

Minha avaliação
  



13 de abril de 2017

3, 2, 1... Hey Brina no ar!


Sempre gostei de começos, recomeços, de novas possibilidades. Depois de inúmeros blogs largados pelo caminho, o Hey Brina (re)surge para dar vida a minha eterna vontade de manter um blog. Assim, começa uma nova etapa na minha vida, onde tentarei aproveitar ao máximo o lado bom de ter um cantinho só meu! Espero que gostem <3